Diagnóstico de integração

Dez dias úteis para saber onde o seu ERP trava — e o que fazer primeiro.

Sem parar a operação, sem compromisso com projeto. No fim, um relatório técnico e um plano priorizado que ficam com você — feche com a gente ou não.

Como funciona

Duas semanas, quatro fases, zero interrupção.

Dias 1–2

Levantamento

Conversa com quem opera e com quem decide. Quais sistemas existem, o que é planilha de contorno, onde o retrabalho mora.

Dias 3–6

Mapeamento técnico

Acesso de leitura aos sistemas envolvidos. Integrações existentes, pontos de falha, dados duplicados, o que roda na mão.

Dias 7–9

Análise e priorização

Cada atrito recebe impacto e esforço. O resultado é uma fila priorizada — o que destrava mais valor com menos obra primeiro.

Dia 10

Entrega e leitura conjunta

Relatório técnico apresentado ao vivo, com espaço para contraditório. O documento fica com você, feche projeto ou não.

O que você recebe

Documentos que ficam de pé sem a gente na sala.

O teste de qualidade do diagnóstico é este: o material precisa servir para executar internamente ou com qualquer fornecedor. É isso que o torna confiável.

Mapa de integrações

Todos os fluxos entre sistemas — os que existem, os que faltam e os que quebram.

Relatório técnico

O que foi encontrado, com evidência. Sem adjetivo: causa, efeito e custo operacional.

Plano priorizado

Fila de frentes ordenada por impacto e esforço, com estimativa para as primeiras.

Leitura executiva

Uma página para quem decide: o que está travando, o que fazer primeiro e por quê.

Faz sentido se
  • — O ERP existe, funciona, mas a operação vive de planilha e redigitação.
  • — Sistemas que não conversam geram retrabalho ou erro de dado.
  • — Você precisa decidir onde investir antes de contratar qualquer obra.
  • — Já ouviu "só trocando de ERP" e quer uma segunda leitura.
Não é para
  • — Quem ainda não tem ERP implantado: aí a conversa é outra.
  • — Quem procura um parecer para justificar decisão já tomada.
  • — Urgência de produção em andamento — isso é chamado, não diagnóstico.
Perguntas diretas
Preciso trocar de ERP?

Quase nunca. A leitura que fundou a Bornan: corrigir e integrar o sistema existente costuma ser mais rápido e mais barato do que implantar outro. O diagnóstico diz se o seu caso é a exceção.

A operação para durante o diagnóstico?

Não. O trabalho usa acesso de leitura e conversas pontuais com o time. Ninguém congela rotina para a gente olhar.

E se a gente não fechar projeto depois?

O relatório e o plano são seus. Servem para executar internamente, com outro fornecedor ou com a gente — a prioridade é o documento ficar de pé sozinho.

Funciona com qualquer ERP?

Qualquer ERP com API, banco de dados acessível ou camada de extensão — e com os sistemas em volta dele: e-commerce, WMS, CRM, BI, planilha.

Pedir o diagnóstico

Conte o cenário. A gente responde com uma leitura técnica.

Resposta em até 1 dia útil. Se o diagnóstico não fizer sentido para o seu caso, a gente diz — e diz o porquê.

Usamos esses dados só para responder ao seu contato. Nada de lista de e-mail sem pedir.